Primeiras Impressões: Campione!

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Ohayou minna! Acharam que eu tinha abandonado o burógui? Bom, acho que isso deve ter se passado pela cabeça de vocês (hehe). Mas além da preguiça pra falar sobre animes que eu estou assistindo e que não são da temporada anterior, eu estava aguardando o início da nova temporada para poder dar um parecer sobre os primeiros capítulos de animes que eu talvez vá acompanhar, e tive uma boa surpresa com Campione.

Confesso que sou o tipo de espectador que se atrai primeiramente pelo traço da animação e não pela história em si (isso se deve ao fato de eu desenhar e apreciar muito mais coisas visuais do que literárias, não que isso signifique que eu não goste de ler) e obviamente vivo levando uns sustos quando me deparo com alguma coisa que de inicio nem despertou meu interesse. E foi assim com Campione, que é uma adaptação de uma Light Novel (que eu desconheço, até porque não leio LN) e conta a história de Godou Kusanagi que após derrotar um deus ele se torna o Campione (campeão rsrsrsrs) ou melhor dizendo, um assassino de deuses. Logo nos primeiros minutos do episódio somos apresentados a Kusanagi e a Erica Blandelli, uma bruxa e tsundere, que “educadamente” pede o grimório que Kusanagi está segurando e diz que ele é muito valioso, em seguida um enorme javali aparece e Erica o identifica como deus herege e sai em sua direção para o enfrentar e assim o capítulo continua e eu paro com os spoilers.

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Não é um anime ruim e nem excelente, o traço é um tanto clichê e algumas situações também, porém o que me prendeu foi o fato de ter mitologia. Tenho fascínio por quase todo tipo de mitologia existente no mundo e quase tudo que se refira a isso é um prato cheio para mim, felizmente, Campione se trata de deuses, magias e batalhas. Confesso minha total falta de informação quanto ao criador, mas me recordo que o roteirista é o mesmo de Nanoha (eu acho rsrsrsrsr).

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A Animação é bem executada e a ambientação da história também, infelizmente, quase todo o enredo é jogado num ritmo um pouco rápido demais, porém isso não afeta a execução do episódio. Os personagens tem sua simpatia, mas deixo como destaque a Erica, que foi apresentada em quase todas suas facetas – geniosa, mas sensível – que se bem explorada no anime será um dos motivos para eu não droppar a série. Claro que ainda nada foi a fundo, mas me interessaria saber mais sobre ela do que sobre Kusanagi.

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